Por Que Investir em Presentes Corporativos na Crise?

No Brasil, o setor de brindes corporativos movimenta em torno de 7 bilhões de reais anualmente. Mesmo no atual período de crise, este mercado vem demonstrando relativa estabilidade e não sofreu uma turbulência tão expressiva, como muitos outros.

     A princípio, este fato até poderia parecer um contrassenso, uma vez que a primeira coisa que costumamos cortar em tempos de crise são presentes e outros itens que não são de primeira necessidade.

Mas afinal, qual a explicação desse “fenômeno”? Por que as empresas continuam investindo em presentes e brindes, artigos “supérfluos” à primeira vista, mesmo em tempos de crise?

Reunimos aqui 3 razões para tentar explicar este efeito do mercado dos presentes corporativos para você:


1- Ser top of mind significa vender mais

Omo, Colgate e Coca-Cola são sempre as primeiras marcas lembradas pelos consumidores brasileiros, quando o assunto é sabão em pó, pasta de dente e refrigerante.

    E estas mesmas marcas lideram o mercado quando o assunto é faturamento em suas categorias de produtos.

   Acredite: isso não é uma casualidade, mas uma relação de causa e efeito.

As marcas sabem que necessitam estar ativas na mente do consumidor para vender mais. O que isso significa? Que elas precisam estar presentes em todos os momentos possíveis (ou na maior parte deles) do dia-a-dia de seus clientes. 

De uma maneira ou de outra, a marca deve estar sempre por perto de seu cliente: no recado por SMS enviado a ele, nas mensagens direcionadas à sua caixa de e-mail, e no catálogo postado em sua correspondência. Mas também, e aqui de um modo mais subliminar, estampada na caneca em que ele bebe café todo o santo dia. Ou no boné que ele usa para proteger-se do sol enquanto vai para o trabalho.

É assim que as empresas buscam aumentar gradativamente a probabilidade de que seus consumidores repitam a compra de seus produtos – com elas mesmas, é claro.

2- Fidelizar ainda é o caminho mais barato

Conquistar um novo cliente é até 7 vezes mais custoso do que manter um atual. E quem defende essa tese é ninguém menos do que Philip Kotler, a maior referência mundial quando o assunto é Marketing.

Para reduzir os dispêndios, portanto, as empresas devem trabalhar cada vez mais em ações que visem a fidelização e a retenção de seus clientes.

Um dos caminhos para a construção de vínculos é a oferta de bons presentes corporativos que fortaleçam e / ou reativem a conexão entre cliente e empresa.

3- Presentear não precisa ser “caro”

Assim como no âmbito pessoal devemos sempre comprar um presente de maneira planejada, o mesmo ocorre na esfera das empresas. Uma campanha de brindes bem orquestrada sempre atingirá seus objetivos respeitando o orçamento que foi delimitado para ela.

O ponto-chave é focar na seleção de lembranças que passem adiante os valores da sua marca sem tirar o olho do seu budget.

Para isso, tenha em vista uma empresa que oferece um bom serviço de Gift Concierge, além de unicamente efetuar a parte comercial da venda dos brindes em si.

Na Antonica, oferecemos o serviço de Gift Concierge como cortesia para todos os nossos clientes corporativos.

Trabalhamos desta forma porque acreditamos que a venda de nossos produtos, por si só, não é nada se não vier acompanhada do sucesso de sua ação promocional e da plena satisfação de todos os stakeholders envolvidos nela.

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